Mimetismo

 

O que é mimetismo?

Mimetismo é a personalidade de transposição de animais e ervas, que imitam qualidades de espécies parecidas.

O assombroso que imita as qualidades é chamado de imitador ou mimético e o assombroso imitado é o modelo.

No mimetismo, os animais que não são venenosos ( e não representam pouco ameaça aos seus predadores) imitam as qualidades de animais venenosos para se protegerem de ataques. Fazendo isto, eles seguem um padrão que é douto pelos predadores como um atento de ameaça e isso pode livrar suas vidas.

O mimetismo pode ocorrer diversas postura, os imitadores são capazes de contrafazer qualidades físicas ou comportamentais de mais animais, ou ervas. A imagem de cores, padrões, texturas e odores são exemplos de mimetismo.

Borboletas, corujas, insetos, polvos, cobras, aranhas, moscas, mariposas e gafanhotos são algumas espécies miméticas.

Quais são os tipos de mimetismo?

Há 2 tipos de mimetismo: batesiano e mülleriano.

Mimetismo batesiano

No mimetismo batesiano, um assombroso inofensivo ( não venenoso) imita as qualidades de outro assombroso similar que é mais perigoso. Borboletas, moscas e abelhas são exemplos de animais que fazem o mimetismo batesiano.

Nesse tipo mimético, o assombroso copia algumas qualidades físicas (morfológicas) do assombroso perigoso. Ao realizar isto, ele possui mais chances de se conservar-se do opugnação de um predador.

O mimetismo batesiano é comum em animais palatáveis ( víveres ), que imitam animais impalatáveis (que são desagradáveis ao predador) como uma estratégia de proteção. Dessa forma, a recebimento do predador sobre a vítima (se é palatável ou não ) similarmente é fundamental para o sucesso dessa estratégia de continuidade.

O caso das borboletas césar e vice-rei é um dos exemplos mais conhecidos de mimetismo batesiano. Elas pertencem a famílias distintos e a vice-rei (palatável) copia qualidades da césar (impalatável) para se ajudar.

O mimetismo batesiano foi escancarado no século XIX pelo cientista inglês Henry Walter Bates (1825-1892).

Ele reconheceu este mecanismo de proteção ao longo uma viagem de pesquisas no Brasil, no momento em que pesquisava espécies típicas da Amazônia. Bates estudou o comportamento das borboletas em detalhes.

Mimetismo mülleriano

No mimetismo mülleriano, duas espécies ( ou mais ) imitam qualidades para se ajudar de mais predadores. Nesse caso, todas as espécies precisam ser impalatáveis ( não são agradáveis no momento em que são alimentos ).

Nesse tipo de mimetismo, a confrontação entre as espécies efetua um demonstração de ameaça ao predador, para que ele fique ermo e não opugnação. Além de semelhanças estruturais, os animais similarmente são capazes de copiar as cores ou odores de seus modelos.

O mimetismo mülleriano foi praticado pelo botânico e formador alemão Johann Fritz Müller (1822-1897). Ele viveu no Brasil por mais de dez anos.

A vermelho sincera (venenosa) e a vermelho traiçoeira ( não venenosa) são bastante parecidas e confundem predadores e vítimas.

O mimetismo mülleriano é relacionado à compilação natural, uma vez que com o mudar dos anos, as espécies imitadoras vão naturalmente adquirindo as qualidades da tipo modelo.

A Especulação da Evolução (Evolucionismo), fabricada pelo cientista Charles Darwin (1809-1882) se beneficiou das descobertas de Fritz Müller sobre mimetismo. Os 2 cientistas trocaram informações sobre suas pesquisas.

Conheça mais sobre o Evolucionismo.

Qual a ofício do mimetismo?

Os animais fazem mimetismo para 3 utilidades distintos: para se conservar-se, para disparar uma preia ou para garantir a imagem e o acasalamento.

Mimetismo defensivo

É o mimetismo utilizado como estratégia de proteção. Os animais adotam qualidades (físicas e de comportamento ) que fazem o predados evitar um opugnação.

Os mimetismos batesiano e mülleriano são exemplos de mimetismo de intervenção.

A bruxa que mimetiza os olhos de uma coruja para dispensar-se predadores é um malogro de mimetismo de intervenção.

Mimetismo de opugnação

O mimetismo de opugnação ( ou agressivo ) é utilizado pelos animais para disparar possíveis presas. Nesse caso, ao contrário que ocorre no mimetismo de intervenção, o assombroso imitador é o predador.

Para disfarçar as presas, estes animais (que não são tóxicos ou venenosos) são capazes de contrafazer qualidades de um assombroso mais perigoso.

Um malogro são as aranhas predadoras de formigas. Elas são capazes de mimetizar qualidades das formigas para se antecipar e conseguir atacá-las.

Essa aranha se parece bastante com uma formiga. Dessa forma, pode se antecipar mais fácil para permitir o investida ( Imagem: Miscelânea Goeldi).

Mimetismo reprodutivo

Este tipo de mimetismo protege a imagem de várias espécies. Não são apenas os animais que fazem o mimetismo reprodutivo, há ervas que similarmente evidencia essa agilidade.

Algumas espécies de orquídea, por exemplo, são capazes de copiar a maneira e o odor das abelhas. Com isto, elas podem gerar um zangão para racionar seu pólen e reforçar a imagem da tipo.

A confrontação da orquídea-abelha com a mulher de uma zangão engana o zangão e protege a polinização da lindeza.

Qual a diferença entre mimetismo e camuflagem?

Os 2 mecanismos são usados pelos animais como maneira de proteção e opugnação, porém são bem distintos.

No mimetismo, o mimético copia as qualidades de mais animais, para se conservar-se ou disparar a preia.

Já na camuflagem, os animais não imitam mais pessoas. Eles somente se disfarçam no próprio local, com o intuito de se ocultar para se ajudar de um opugnação. São capazes de se embiocar em meio a folhas verdes, galhos de árvores e até mesmo no solo.

Porém a camuflagem não é apenas uma estratégia de intervenção desses animais, similarmente pode ser uma técnica de opugnação. No momento em que estão camuflados na classe, é mais fácil capturarem a vítima.

O papavento é um dos exemplos mais conhecidos de camuflagem, porém vários mais animais similarmente evidencia essa agilidade, como o louva-a-deus, bicho-folha, polvo, alguns répteis, coruja, cavalo-marinho, borboleta-folha-seca e o bicho-pau.

O bicho-pau é um bicho que vive em meio à verde e pode ser fácil espantado com um guampa ou torso de veio.

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